quinta-feira, outubro 17, 2013

H.R. 2775: 81 YEA vs 18 NAY (as the world breathes a sigh of relief)


http://blog.zap2it.com/pop2it/rachel-maddow-show-government-shutdown-gop-demands.jpg

"We fought the good fight, we just didn't win" said House Speaker John Boehner (R-Ohio).

I’d be crying too...

domingo, outubro 13, 2013

Futuro do Indicativo Impossível

 
[ problema universal ]
 

Uma verdade que muitos parecem (ou preferem) esquecer:


(extraido de um livro  que me marcou quando tinha 17 anos, infelizmente o único que até hoje li em francês)

Um exemplo para todos nós: eloquência personificada



http://sesapzai.files.wordpress.com/2012/11/malala-11.jpg







Malala Yousafzai não precisa de apresentações, acho que todos sabem de quem se trata. Malala esteve recentemente nos EUA a promover o seu livro I Am Malala, por sinal a resposta que deu aos Taliban quando estes entraram pelo autocarro escolar adentro, antes de lhe darem com um tiro na cabeça e a deixarem por morta. Segue-se um link para uma entrevista que deu a Jon Stewart no passado dia 8 para o programa The Daily Show; seguem-se, também, alguns pontos principais:

1-) Sobre a natureza humana, Malala diz o seguinte:  We don't learn the importance of anything until it's snatched from our handsPorque será que só damos o devido valor às coisas depois de as perdermos?
2-) Sobre a tendência que muitos têm de ficar de braços cruzados à espera que o governo lhes resolva todos os problemas, Malala acrescenta: “Why should I be looking to the government to help me? Why don’t I raise my voice?
3-) Sobre represálias e a melhor maneira de obter aquilo que se quer e a que se tem direito, Malala remata: “You must not treat others with cruelty and harshly; you must fight others through peace, dialogue and education”. Há por aí muito boa gente que devia ouvir isto, sobretudo políticos que acreditam que é com guerras e agressões que se resolvem conflitos.
4-) Malala fala, ainda, na história do Taliban na região em que vive e que descreve como sendo um verdadeiro paraíso na Terra, assim como das consequências da política externa dos Estados Unidos e das operações da CIA na área. 

Quem estiver interessado veja esta entrevista de três partes aqui: http://www.thedailyshow.com/watch/tue-october-8-2013/exclusive---malala-yousafzai-extended-interview-pt--1 (se ainda não o fizeram aconselho que instalem Adblock nos vossos computadores para evitar a publicidade chata)

Every spoiled little brat who bitches about school being boring and a drag should be forced to sit through this interview. I remember myself well at your age, and I am embarrassed by how egotistical and self-centered I was. To make mine Jon’s words, I too am humbled to listen to you speak, and I too would adopt you in a heartbeat. You give me hope in mankind and, above all, in the future. You are such a bright star, I hope you shine bright for a very, very, long time.

domingo, setembro 22, 2013

Uno squillo



Mantêm uma relação à distância e têm saudades do(a) vosso(a) amado(a)? Usem a magia de um “squillo.” É romântico, breve e grátis.

Dizem que os italianos em assuntos do coração são os melhores que há, que têm um certo “Gioia Vivere” como só eles são capazes, que têm certos hábitos e costumes para apimentar a vida que não se encontram em mais lugar nenhum. É possível, não sei; não conheço nem nunca conheci nenhum italiano. Mas gosto desta ideia do “squillo.” 

A comunicação é fundamental para o sucesso de todas as relações; mas nos romances à distância, quando a ausência requer ainda mais cuidados e toda a atenção é pouca, mesmo com as novas tecnologias tipo “Skype”, “Talk”, “Face Time”, “SMS” e quejandos, comunicar pode-se tornar caro. 

Prova-nos a História que os italianos são seres inteligentes e engenhosos, autênticos “mestre-cocas.”  Em plena crise e num período de aumento de despesa e declínio de receitas, aparecem com uma “moda” nova: o “squillo”.

De “squillare” (palavra italiana que quer dizer qualquer coisa como "toque de telefone") um “squillo” é uma chamada de telemóvel para telemóvel que só se deixa tocar uma ou duas vezes (o tempo necessário para o número ficar registado) e que ninguém atende; como não se atende, a chamada não é paga. Um ou dois toques que significam “ti amo”/ “Sto pensando a te” / “Mi manchi” / “Ho bisogno di te.” Tão simples como isso. Agradável, doce e directo. É soprar um beijo com o iPhone. Gosto da ideia.

Como eu gosto, também, disto (ou não fosse o homen italiano…):
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar. (Leonardo da Vinci)