Há 28 anos atrás, era esta a vista quando nos aproximávamos do aeroporto da Portela vindo de New York; por isso fiquei admirada ao saber que este é um voo vindo de Zurique. Apesar dos quase 30 anos, ainda reconheço muita coisa.
domingo, setembro 30, 2012
Gostava IMENSO de poder dizer que isto agora já não é assim porque os políticos, entretanto, ganharam juízo:
When will they ever learn?
sábado, setembro 29, 2012
Thomas Hardy’s The Man He Killed
Had he and I but met
By some old ancient inn,
We should have sat us down to wet
Right many a nipperkin!
But ranged as infantry,
And staring face to face,
I shot at him as he at me,
And killed him in his place
I shot him dead because –
Because he was my foe.
Just so: my foe of course he was;
That’s clear enough; although
He thought he’d ‘list, perhaps,
Off-hand like – just as I –
Was out of work – had sold his traps –
No other reason why.
Yes; quaint and curious war is!
You shoot a fellow down
You’d treat if met where any bar is,
Or help to half-a-crown.
N.B.: Thomas Hardy foi um poeta inglês que viveu entre 1840 e 1928.
20 “half a crown” era, naquele tempo, equivalente a $15.00; “nipperkin”= half-pint cup;
“ ‘list” = abreviatura de “enlist”; “traps”= “possessions” A propósito de um excelente post de 25 de Setembro de 2012:
Quando será que as formigas se chateiam do jugo das cigarras e gritam, a alto e bom som: BASTA!
Países com o maior fosso entre ricos e pobres
- “Despite its high Gini coefficient, Portugal’s income inequality has been improving. From the mid-1980s to the late 2000s, the incomes of the country’s poorest increased an average 3.6% each year. The incomes of the richest grew only 1.1% annually."
- “Inequality in the United States increased significantly from 1985 to 2008, putting it in the fourth-worst spot in the study. (…) The income of the wealthiest 10% has greatly outpaced the poorest 10%. The share enjoyed by the top 0.1% in total pretax income quadrupled in the 30 years to 2008.”
(e tenho cá a impressão que este fosso aumentou ainda mais nos nove meses desde que este artigo foi escrito)
quarta-feira, setembro 26, 2012
Dez razões para visitar Portugal
(and I can think of at least 10 more)
Um colega mostrou-me hoje este video, que só serviu para me fazer ainda mais saudades.
terça-feira, setembro 25, 2012
O mentiroso
Era uma vez um mentiroso que mentia tão bem que julgava ser verdade a mentira que dizia. A sua mentira era o mundo em que vivia que só ele conseguia ver, que só ele achava perfeito. À volta dele as coisas caíam estrondosamente, as pessoas sofriam, o dinheiro faltava, os sorrisos davam lugar às lágrimas. Mas, para o nosso mentiroso, isso não era real. Era tudo falso, o resultado de uma conspiração. O maior problema é que o nosso mentiroso tinha o poder de decidir sobre a vida dos outros, os quais, na sua opinião, não estavam assim tão mal. Apenas mal habituados... Para ele, os outros eram como crianças viciadas em privilégios, caprichosas, que era preciso educar, guiar pelos caminhos da virtude. Algum problema no presente seria de pouca dura porque o futuro, naquele seu mundo ideal, só podia ser risonho. Paciência e austeridade era do que precisavam os outros. Porque uma excelente realidade, melhor ainda do que nos sonhos do nosso mentiroso, deveria ser merecida. Não poderia ser um apanágio, um fruto de geração espontânea, o resultado de direitos excessivos.
Até que a realidade foi mais forte do que a ficção em que vivia o nosso mentiroso que se meteu a chorar, incrédulo, gritando que era aquela monstruosa realidade que estava errada. Erradíssima! E foi-se embora cabisbaixo porque os outros não mereciam a sua superior visão das coisas e o que ele poderia continuar a fazer para os pôr todos na ordem, naturalmente para o seu próprio bem. Porque de normas (incluindo de felicidade) sabia ele mais do que ninguém.
Até que a realidade foi mais forte do que a ficção em que vivia o nosso mentiroso que se meteu a chorar, incrédulo, gritando que era aquela monstruosa realidade que estava errada. Erradíssima! E foi-se embora cabisbaixo porque os outros não mereciam a sua superior visão das coisas e o que ele poderia continuar a fazer para os pôr todos na ordem, naturalmente para o seu próprio bem. Porque de normas (incluindo de felicidade) sabia ele mais do que ninguém.
Cigarras e formigas
Era uma vez uma cigarra com mania de ser formiga que falava, falava, falava. De tanto falar achava-se formiga. E pedia que houvesse mais formigas, não das que falam, mas das que trabalham para as cigarras que têm a mania de ser formigas. A cigarra com mania de ser formiga achava-se mais inteligente do que todas as verdadeiras formigas. De facto, para além de falar, pensava, pensava, pensava. De tanto pensar achava que merecia ter mais do que as verdadeiras formigas e achava também que podia mandar em toda a gente e dar palpites sobre o trabalho das verdadeiras formigas. Até que, um dia, as verdadeiras formigas chatearam-se do mal pensar da cigarra e de tanto obedecer a tais palpites e obrigaram a cigarra a trabalhar e puseram-se a pensar pela própria cabeça de verdadeiras formigas.
domingo, setembro 23, 2012
sábado, setembro 22, 2012
Um Outono Feliz a Todos (a minha estação preferida)
Indecisões Dão Nisto:
Either:Miles Davis Or: Yves Montand
O QUE EU GOSTO DO
OUTONO:
O QUE EU NÃO GOSTO
DO OUTONO:
sexta-feira, setembro 21, 2012
Atlas Shrugged
Estou indecisa, não sei se compre se não:
- « (…) the wealthy deserve special treatment, and not just in the form of low taxes. They must also receive respect, indeed deference, at all times. That’s why even the slightest hint from the president that the rich might not be all that — that, say, some bankers may have behaved badly, or that even “job creators” depend on government-built infrastructure — elicits frantic cries that Mr. Obama is a socialist. Now, such sentiments aren’t new; “Atlas Shrugged” was, after all, published in 1957. » http://www.nytimes.com/2012/09/21/opinion/krugman-disdain-for-workers.html?_r=
Parece muito relevante na discussão dos tempos
que correm e é, actualmente, um dos livros mais mencionados
por ser um dos favoritos de Paul Ryan, candidato a VP e o "arquitecto" da política económica de Willard "Mitt" Romney mas não sei o que faça. Parece-me um livro interessante para ser lido e discutido num “book club” ou
numa aula de economia, filosofia ou strategic management; o problema que eu
tenho é não conhecer ninguém que partilhe desta opinião e, a mais de 1000 páginas
(sabendo, de antemão, a tese que defende) desconfio que se o ler sozinha que me
vou irritar e deixar o livro de lado – coisa que não gosto de fazer.
quinta-feira, setembro 20, 2012
Stop complaining: "a lady had a baby in a tree"
"If you imagine the worst case scenario and
it happens, you've lived it twice."
Vou ter que me lembrar desta pequenina frase. I really, really, really like this guy
– what an attitude!
terça-feira, setembro 18, 2012
domingo, setembro 16, 2012
Wish you were here
Quem se lembra desta canção dos Pink Floyd? A mim faz-me lembrar a minha adolescência passada muito, muito, longe daqui…
O campeonato da Europa de hóquei em patins
Com as alterações da taxa social única (tsu) pretende-se produzir um efeito idêntico ao da desvalorização cambial (que não se pode fazer por termos o euro). Ou seja: através do abaixamento do custo do trabalho pretende-se melhorar a capacidade das empresas de praticar preços mais baixos nas exportações. O sucesso de uma tal estratégia depende, porém, de tantas e heróicas hipóteses que parece mais uma miragem ou uma tentativa desesperada de meter a realidade a funcionar ao ritmo do modelo. Senão vejamos.
Dependendo dos sectores, o custo do trabalho representa no máximo entre um quarto e um terço do total do preço de venda, pelo que, uma alteração dessa parcela gera um efeito limitado. O resto são energia (a tal que beneficiaria de tantas rendas…), matérias-primas, outros consumos intermédios, o custo do capital físico (depreciação) e financeiro (juros) e a margem de lucro das empresas. Da redução dos rendimentos líquidos do trabalho não deve resultar qualquer impacto negativo sobre a produtividade. Também se considera que não há problema em consequência da contracção da procura interna; pelo contrário, esse será mais um efeito virtuoso, dada a pretensão de transferência de recursos da procura interna para a externa. Deve-se supor também que as empresas repercutem a totalidade dessa economia de custos (e da poupança da tsu da responsabilidade do empregador), numa redução dos preços de venda, isto é, que não aproveitam para aumentar a margem. Deve igualmente considerar-se que o factor preço será determinante de um aumento de quota de mercado. Ora a venda de bens e serviços ao estrangeiro, sobretudo de bens e serviços mais sofisticados, depende de muitos outros factores tais como a qualidade, o design, a logística, os prazos de entrega, os volumes, etc. Os bens e serviços que se vendem somente em função do preço não serão aqueles que convém incentivar: nesses a batalha está perdida desde há muito para países como a China ou a India.
Suponho que as alterações da tsu (pagam menos os patrões e mais os trabalhadores) seriam substancialmente neutras para o financiamento da segurança social, não estando de qualquer modo previstas melhorias nos serviços prestados aos cidadãos pela dita segurança social, o que levou pessoas como Bagão Félix a dizer que se trata de uma grosseira adulteração do conceito de taxa.
Considerando uma tal opção como criativa, o próprio FMI demarcou-se dela dizendo que haveria outras hipóteses (como um aumento dos impostos) para recuperar a folga da eliminação dos subsídios de natal e de férias que foi perdida por causa da sua inconstitucionalidade. Porque, se bem compreendo, está-se a falar de compensar esse efeito e não de resolver a derrapagem do défice que vai para além desse efeito. Assim, mais poupança terá de ser obtida, acentuando a espiral descrita no post anterior intitulado (D-R)/Y.
Já agora, gostei do que disse Pacheco Pereira ontem num artigo do jornal Publico. Se não existem alternativas, para que serve o governo? Acrescento eu: nesse caso não precisamos de um "governo político" (!), mas sim de um "governo técnico" que execute competentemente uma receita única. Pode ser mesmo um governo formado por representantes das entidades (FMI, BCE) de que depende a capacidade do Estado de pagar salários aos funcionários públicos. Sem ir tão longe, essa já é de algum modo a situação em Itália com o governo Monti, um governo de gente supostamente competente que veio em socorro de um país à deriva no meio de um berlusconismo grotesco e de uma classe política essencialmente inútil.
PS: Portugal perdeu ontem o campeonato da Europa em hóquei em patins para a Espanha ao sofrer um golo a 6 segundos do final da partida. Espero que não seja mau presságio para o programa de ajustamento em curso… Que não se perca a partida na parte final do prolongamento!
Dependendo dos sectores, o custo do trabalho representa no máximo entre um quarto e um terço do total do preço de venda, pelo que, uma alteração dessa parcela gera um efeito limitado. O resto são energia (a tal que beneficiaria de tantas rendas…), matérias-primas, outros consumos intermédios, o custo do capital físico (depreciação) e financeiro (juros) e a margem de lucro das empresas. Da redução dos rendimentos líquidos do trabalho não deve resultar qualquer impacto negativo sobre a produtividade. Também se considera que não há problema em consequência da contracção da procura interna; pelo contrário, esse será mais um efeito virtuoso, dada a pretensão de transferência de recursos da procura interna para a externa. Deve-se supor também que as empresas repercutem a totalidade dessa economia de custos (e da poupança da tsu da responsabilidade do empregador), numa redução dos preços de venda, isto é, que não aproveitam para aumentar a margem. Deve igualmente considerar-se que o factor preço será determinante de um aumento de quota de mercado. Ora a venda de bens e serviços ao estrangeiro, sobretudo de bens e serviços mais sofisticados, depende de muitos outros factores tais como a qualidade, o design, a logística, os prazos de entrega, os volumes, etc. Os bens e serviços que se vendem somente em função do preço não serão aqueles que convém incentivar: nesses a batalha está perdida desde há muito para países como a China ou a India.
Suponho que as alterações da tsu (pagam menos os patrões e mais os trabalhadores) seriam substancialmente neutras para o financiamento da segurança social, não estando de qualquer modo previstas melhorias nos serviços prestados aos cidadãos pela dita segurança social, o que levou pessoas como Bagão Félix a dizer que se trata de uma grosseira adulteração do conceito de taxa.
Considerando uma tal opção como criativa, o próprio FMI demarcou-se dela dizendo que haveria outras hipóteses (como um aumento dos impostos) para recuperar a folga da eliminação dos subsídios de natal e de férias que foi perdida por causa da sua inconstitucionalidade. Porque, se bem compreendo, está-se a falar de compensar esse efeito e não de resolver a derrapagem do défice que vai para além desse efeito. Assim, mais poupança terá de ser obtida, acentuando a espiral descrita no post anterior intitulado (D-R)/Y.
Já agora, gostei do que disse Pacheco Pereira ontem num artigo do jornal Publico. Se não existem alternativas, para que serve o governo? Acrescento eu: nesse caso não precisamos de um "governo político" (!), mas sim de um "governo técnico" que execute competentemente uma receita única. Pode ser mesmo um governo formado por representantes das entidades (FMI, BCE) de que depende a capacidade do Estado de pagar salários aos funcionários públicos. Sem ir tão longe, essa já é de algum modo a situação em Itália com o governo Monti, um governo de gente supostamente competente que veio em socorro de um país à deriva no meio de um berlusconismo grotesco e de uma classe política essencialmente inútil.
PS: Portugal perdeu ontem o campeonato da Europa em hóquei em patins para a Espanha ao sofrer um golo a 6 segundos do final da partida. Espero que não seja mau presságio para o programa de ajustamento em curso… Que não se perca a partida na parte final do prolongamento!
quinta-feira, setembro 13, 2012
Feliz Aniversário
Nunca me esqueço, avó. Desde que me lembro que me
lembro deste dia. Hoje, basta fechar os olhos para a ver sempre bem disposta e
com um sorriso nos lábios a assobiar aquelas
valsas
de Viena e a cantar o meu chapéu tem 3 bicos; o passarinho da ribeira; a samaritana; os fados do Menano (entre outros de Coimbra) com o seu sotaque madeirense ...
enquanto aturava as minhas traquinices, rabinices e outros caprichos de criança
- sem nunca fazer queixa à minha mãe.
Lembro-me muito de si, sobretudo nos momentos mais dificeis ou quando as coisas não correm bem. Lembrei-me muito de si anteontem. Era uma mulher de guerra, que passou por muito, sem nunca perder a boa disposição. Não calcula a influência que teve na minha vida e desculpe o tormento que era para me fazer comer milho frito, sopa ou as papas Maizena ao lanche...
Lembro-me muito de si, sobretudo nos momentos mais dificeis ou quando as coisas não correm bem. Lembrei-me muito de si anteontem. Era uma mulher de guerra, que passou por muito, sem nunca perder a boa disposição. Não calcula a influência que teve na minha vida e desculpe o tormento que era para me fazer comer milho frito, sopa ou as papas Maizena ao lanche...
Tenho saudades do seu colo;
dos seus abraços; dos seus beijos; do seu olhar cheio de amor ou reprovação
(bastava aquele olhar de lado ou por cima dos óculos que estava tudo dito...).
Tenho saudades dos seus contos do outro tempo, quando a avó era criança; das
nossas caminhadas pelos campos da Camacha no meio de tanto arvoredo, verdura e
vegetação (acho que é desses tempos que me vem o gosto por “hiking” no meio da natureza).
Tenho saudades de a ajudar a tirar a casca ao grão, às ervilhas e a escolher os
melhores grãos de arroz (no tempo em que era tudo comprado fresco e avulso na
mercearia da D. Lurdes ou no Mercado ao pé dos Correios) e de depois fazermos umas
pegas muito coloridas com as guitas que vinham a amarrar os pacotes. Tenho
saudades das nossas conversas e das suas lições que me têm servido tanto na
vida.
Dizem que tenho o seu queixo e
testa; gostava de ter a sua presença. Obrigada por me ter criado, pela sua paciência,
por todo o amor. Obrigada por tudo.
You were my sunshine. I love you and miss you.
L.
de Nóbrega
13/9/1886 – 13/4/1973
Campanha eleitoral em ano de eleições:
Como podem ver,
os portugueses não são os únicos com uma opinião negativa sobre os políticos.
terça-feira, setembro 11, 2012
Chile da Europa, 30 anos depois
Portugal parece-se cada vez mais com o Chile do final dos anos 1970 e 1980. Um país sob uma ditadura que (ainda) não é militar. A ditadura dos credores, a pretexto da qual se executa uma política ultra-liberal. A política que se está a impor à população resulta de uma mistura de ideologia com necessidade imperiosa de saneamento financeiro. Ideologia da liberalização, da privatização, da desregulação. No Chile, entre os sectores com maior vitalidade, encontravam-se as minas e o vinho. Aqui também se pensa nisso (e nos pastéis de nata). No Chile cortaram-se os salários, desmantelaram-se os sindicatos, reduziram-se os serviços públicos, concentrou-se o rendimento nos mais ricos com o argumento de que são eles que investem e criam empregos, fomentaram-se as exportações para evitar a bancarrota. Aqui também. No Chile, seguiu-se de perto o manual monetarista. Aqui também. No Chile, os Estados Unidos ajudaram para esconjurar a ameaça comunista. Aqui espera-se que ajudem o FMI e a União Europeia para esconjurar o despesismo. No Chile os protestos eram reprimidos pela polícia de Pinochet. Aqui não é preciso porque não há grandes protestos. As pessoas resignam-se, sofrem com civismo.
segunda-feira, setembro 10, 2012
domingo, setembro 09, 2012
Para relaxar e acalmar os nervos nesta noite de domingo
Gosto muito de música
clássica, sobretudo a deste senhor:
WHAT IS WRONG WITH THESE PEOPLE?!?!?!?!?!?......................
Em plena campanha eleitoral,
estou mais que farta de ouvir Republicanos (políticos, “pundits” e o povo – o último foi o meu dentista na passada quarta feira – )
a defenderem a ideia que todos neste país têm as mesmas oportunidades para
chegar ao mesmo estrato social dos 1%, que este é o melhor país do Mundo, e que
só os preguiçosos precisam de Estado Social ou de sindicatos.
- “Anyone who's not obscenely rich needs to spend less time drinking or smoking and socializing, and more time working.”
- “Workers need to be paid lower wages to compete with Africans who are paid $2 an hour.”
Frases
"Portugueses = colectividade pacífica de gente revoltada" citado por M. Rebelo de Sousa hoje na TVI.
"Desde D. Afonso Henriques, Portugal sempre precisou de ajuda externa" - dito por Adriano Moreira na RTP na passada Quinta-feira.
"Desde D. Afonso Henriques, Portugal sempre precisou de ajuda externa" - dito por Adriano Moreira na RTP na passada Quinta-feira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







