Agora pergunto a todos os excelsos senhores que me estão a ler:
- Gostam de ver anúncios com meninas jeitosas a mostrarem os seus atributos físicos? E se gostam, como é que conseguem não sentir que vos estão a tomar por anormaizinhos?
Agora pergunto a todos os excelsos senhores que me estão a ler:
Escutem a música desta jovem, de seu nome Ayo, nascida na Alemanha, de pai nigeriano e mãe cigana. Editou o seu primeiro disco no princípio deste ano. O disco chama-se "Joyful" e é uma mistura fantástica de soul, folk e afro. Ou muito me engano, ou vai-se falar muito da moça e, sobretudo, ouvir a sua excelente música. Algumas músicas fazem lembrar a Sade, que se eclipsou depois do album "Lovers Rock"... É pena.
Tinha de chegar a Perth (Austrália) a todo o custo. A embraiagem avariou-se, mas a marcha-atrás funcionava. Não esteve com meias medidas: em vez de procurar um mecânico na cidade de onde partia, pôs-se a andar de marcha-atrás no deserto a cerca de 60 km/hora para fazer os 500 km que lhe faltavam. O pobre rapaz acabou por fazer apenas 20 km pois foi obrigado a parar por uma patrulha de polícias que nem queriam acreditar no que viam. Explicou às autoridades que até tinha reduzido a velocidade porque a 80 km/hora o seu velho Ford de 1988 ameaçara despistar-se. Link
Tiveste gente de muita coragem
E acreditaste na tua mensagem
Foste ganhando terreno
E foste perdendo a memória
Já tinhas meio mundo na mão
Quiseste impor a tua religião
E acabaste por perder a liberdade
A caminho da glória
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Tiveste muita carta para bater
Quem joga deve aprender a perder
Que a sorte nunca vem só
Quando bate à nossa porta
Esbanjaste muita vida nas apostas
E agora trazes o desgosto às costas
Não se pode estar direito
Quando se tem a espinha torta
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Fizeste cegos de quem olhos tinha
Quiseste pôr toda a gente na linha
Trocaste a alma e o coração
Pela ponta das tuas lanças
Difamaste quem verdades dizia
Confundiste amor com pornografia
E depois perdeste o gosto
De brincar com as tuas crianças
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar
Jorge Palma - Portugal, Portugal (1982)
Era uma vez uma torneira que pingava, pingava, pingava. A dona da casa apertava, apertava, apertava, mas a torneira pingava, pingava, pingava. A dona de casa chamou um canalizador que se pôs a consertar a torneira. Martelava, desmontava, montava, desapertava, apertava. A torneira gemia de tanta atrocidade. Finalmente, deixou de pingar. A dona da casa, apertava e desapertava e a torneira voltou a portar-se bem, deixando correr apenas a àgua que era necessária, quando era necessária, àgua quente, àgua fria, àgua morna. Tornou-se de novo uma torneira obediente e eficaz. A dona da casa deu por bem empregue o dinheiro gasto com a reparação. Um dia, porém, uma gota de àgua caiu. Furtivamente. A dona da casa pôs-se à espreita, olhando desconfiada para o bocal da torneira, de onde uma outra gota caiu. Passados uns segundos, ainda outra caiu e o ping-ping insuportável recomeçou. Regressou o canalizador que disse que a torneira não tinha conserto, que era preciso comprar uma nova. A dona da casa rendeu-se à evidência. Foi instalada uma torneira nova, moderna e resplandecente, que acabou por sobreviver à dona da casa, sem uma única gota a pingar fora de tempo.
Oiçam (de novo, se for caso disso) este senhor. Não se arrependem. Em particular, as cantigas seguintes:
O ministro está consciente do impacto de tal medida e afirma-se "preparado para a polémica". "É claro que a medida vai levantar celeuma, como sempre levantou, mas o povo não é estúpido, faz as contas e verifica que, apesar do que muitos partidos políticos disseram, pouparam 20 milhões de euros no ano passado" com as medidas aplicadas pelo Governo no sector do medicamento.
Algumas dessas medidas, especificou António Correia de Campos, foram igualmente polémicas, como a diminuição da comparticipação dos fármacos para doentes crónicos de cem para 95 por cento.
Mais, aqui.
