
Foi-se... Tinha 90 anos. Lembro-me dele com saudade nomeadamente no filme "A Batalha de Midway" (1976). Link

E, como o objectivo é listar cinco blogs, os restantes dois são aqui da vizinhança...
O presidente da Tunisia, Ben Ali, é re-eleito todos os 5 anos, desde 1987, por mais de 95% dos votos em "eleições livres", numa demonstração eloquente de "maioridade" e de "responsabilidade" de um povo que admite não ter cultura suficiente para identificar os defeitos do seu presidente. A Tunisia é um dos países muçulmanos e um dos países de Africa com melhores indicadores de desenvolvimento económico e social e menos dado ao fundamentalismo islâmico. O país faz fronteira com a Líbia e com a Argélia.Throw away the place mats. Redraw the classroom charts. Take a pair of scissors to the solar system mobile.
After years of wrangling and a week of debate, astronomers voted for a sweeping reclassification of the solar system. In what many of them described as a triumph of science over sentiment, Pluto was demoted to the status of a “dwarf planet.”
In the new solar system as defined by the International Astronomical Union, meeting in Prague, there are eight planets instead of nine, at least three dwarf planets and tens of thousands of so-called smaller solar system bodies, like comets and most asteroids.
For now, the other dwarf planets are Ceres, the largest asteroid, and an object known as 2003 UB 313, nicknamed Xena, that is larger than Pluto and, like it, orbits beyond Neptune in a zone of icy debris known as the Kuiper Belt. But there are dozens more potential dwarf planets known in that zone, planetary scientists say, and so the number in the category could quickly swell.
In a nod to Pluto’s fans, the astronomers declared it to be the prototype for a new category of such “trans-Neptunian” objects, but declined in a close vote to approve the name “plutonians” for them.
The outcome yesterday completed a stunning turnaround from only a week ago, when the assembled astronomers were presented a proposal that would have increased the number of planets in the solar system to 12, retaining Pluto and adding Ceres, Xena and even Pluto’s moon Charon.
(...)
Under the new rules, a planet must meet three criteria: it must orbit the Sun, it must be big enough for gravity to squash it into a round ball, and it must have cleared other things out of the way in its orbital neighborhood. The last of these criteria knocks out Pluto and Xena, which orbit among the icy wrecks of the Kuiper Belt, and Ceres, which is in the asteroid belt.
Dwarf planets, on the other hand, need only orbit the Sun and be round. (...)

Sines é uma terra pequena mas com bastantes coisas que cativam como a praia e aquela água maravilhosa, o castelo e a sua localização e vista, as ruelas pequeninas com casinhas tipicamente alentejanas e o centro de artes. Com o FMM, a vila torna-se, obviamente, mais interessante e fascinante. Não assisti a todos os concertos por razões de várias ordens, mas aqueles que pude ver deixaram-me extremamente agradada. O que se segue é um ínfimo resumo dos concertos mais marcantes para mim...
Sem dúvida o melhor de todos os concertos do festival. Um espectáculo com sonoridade e ritmo que oscilam entre a alegria estonteante e a melancolia dramática que comovem qualquer um. O conceito da música deste sérvio é que a vida vai dar inevitavelmente à ruína e, por isso, é necessária uma banda sonora para quando esta se der e a história acabar. "World After History" foi o álbum que nos apresentou no concerto de dia 22 de Julho de um modo fascinante.
Um grupo francês constituído por um acordeonista, um violinista, um guitarrista e um baterista que nos envolve num espírito de euforia, alegria e boa disposição. Tiveram uma presença inesquecível em palco, comunicando inesgotável humor e energia ao público.
O primeiro concerto que decorreu no castelo de Sines foi cheio de ritmo. Um ritmo que nos levou ao que de mais alegre existe na tradição portuguesa. Apesar de muita coisa ser familiar, os Gaiteiros de Lisboa surpreendem pela diversidade de meios que utilizam para "fazer" música.
Um libanês que toca alaúde árabe, um alemão que toca piano e um americano na bateria criaram um ambiente único misturando sons ocidentais e orientais. Foi um concerto calmo com música belíssima, algures entre o jazz e a música árabe, propícia a vários estados de espírito.
Música do Mali com história. Uma história que data do século XIII de que resulta uma música fabulosa. Encontrámos em palco tantas pessoas e instrumentos que se torna difícil escolher o foco da nossa atenção. Cruzaram-se instrumentos seculares com modernos num ritmo africano contagiante.
Ao assistir a este concerto quase que se consegue ver o deserto africano à frente com todos os seus elementos, não fosse este grupo do Senegal. Durante o espectáculo, um amigo classificou a música como "do género do rei leão"... Acho que, de facto, não está muito longe.
(Peço ao vizinho do lado que corrija ou acrescente alguma coisa que considere importante.)
Sibilas são figuras femininas da mitologia grega e romana e estão na base da etimologia da palavra "sibilino".