
Não gosto de trabalhar sobre pressão! Por isso mesmo, tenho andado como uma verdadeira pilha de nervos, com trabalho até à pontinha dos cabelos.
Tendo em conta o meu estado de stress, preocupação e afins, ir para o estágio para atender crianças/adolescentes durante a tarde era qualquer coisa que não fazia propriamente parte das minhas prioridades (tanto trabalho de escrita, estatística e pesquisa para despachar...)!
Lá fui eu, mesmo assim, sem grande disposição e um pouco a medo (por saber que não estava propriamente com o melhor estado de espírito).
A certa altura, ouço de um dos "meus meninos":
Tendo em conta o meu estado de stress, preocupação e afins, ir para o estágio para atender crianças/adolescentes durante a tarde era qualquer coisa que não fazia propriamente parte das minhas prioridades (tanto trabalho de escrita, estatística e pesquisa para despachar...)!
Lá fui eu, mesmo assim, sem grande disposição e um pouco a medo (por saber que não estava propriamente com o melhor estado de espírito).
A certa altura, ouço de um dos "meus meninos":
"Muito obrigado, stôra! Desejo que tudo na sua vida lhe corra bem!"
Pronto... Ganhei o dia e um humor totalmente diferente!
De facto, passamos o tempo cheios de stress, preocupações, receios, paranóias, etc. até que, do nada, surge uma coisinha pequena, uma espécie de presente, quase insignificante, que nos comove, alegra, e desperta, fazendo-nos relativizar todo o mal-estar. São essas aparentes insignificâncias (que tanto significado têm) que nos fazem sentir quase estúpidos (idiotas, mesmo) pelas tempestades que fazemos nos vários copos de água que temos à frente.
1 comentário:
Não podia estar mais de acordo. De facto, eu próprio tenho frequentemente essa sensação.
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