sábado, junho 21, 2008
Psicopatologias
Depois da euforia, dos cachecóis, das bandeiras, das gravatas, dos chapéus e outros adereços verde-rubros, a malta toda desceu de novo à terra... ao quotidiano dos factos, em vez das fantasias. Cada um de nós passou a ser o indíviduo que é, em vez do fantástico português das vitórias futebolísticas. O papo cheio de orgulho nacional derivado a uma bola e a um grupo de rapazes cheios de fama e de dinheiro, esvaziou-se... mais uma vez. De regresso à nossa essência - que até nem é má - devemos tentar viver bem, serenamente na nossa realidade, mais do que na elocubração de uma grandiosidade efémera. Mas, há por aí quem pense que os portugueses têm uma certa tendência para a ciclotímia (ver também bipolar). Grandes encenações mediáticas de putativa glória nacional não ajudam a curar a suposta doença.
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