domingo, junho 08, 2008

Enquanto corro, sob um céu cinzento de nuvens incontinentes, as àrvores começam a chorar antes da chuva e o vento fustiga-lhes a alma. As àrvores ao longo da estrada, disciplinadas, em fila, ondulam, fazendo figuras que posso inventar, enquanto corro e sinto o suor misturado com algumas tímidas gotas de chuva a cair pela cara abaixo. Misturam-se as lágrimas das àrvores com o meu esforço.

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