Cliquem no título. Comédia espiritual de Wes Anderson, feita de côres quentes de uma cultura que é o palco exótico de uma viagem de três irmãos à procura da mãe, tentando exorcizar loucuras e manias. Há um combóio, malas de marca que guardam segredos, uma atmosfera meia hippie de anos 60, uma música a condizer e uma dose conveniente de non-sense. Faz lembrar "Lost in Translation". Também há Bill Murray numa aparição fugaz e um certo Roman Coppola. O Japão torna-se India mas as incompreensões e a turbulência existencial são as mesmas.
1 comentário:
Por acaso vi este filme há poucos dias. Era o que faltava ver da filmografia de Wes Anderson. É muito bom! Ele é um mestre com um estilo único. Aquela cena lá do fim com todos os outros personagens a passar dentro "dum comboio imaginário" é simplesmente arrebatadora.
Não há nenhuma Celine Dion nem Leo DiCaprio a afogar-se que toquem tão fundo como um bom slow-motion à Wes Anderson com música à medida.
No entanto, para mim, o melhor ainda é The Royal Tennenbaums.
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